Angola, um gigante adormecido no cenário global dos diamantes, prepara-se para um renascimento espetacular. A Sociedade de Comercialização de Diamantes de Angola (SODIAM) anunciou projeções ambiciosas, visando a produção de 15 milhões de quilates em 2026, um marco que promete solidificar a posição do país como um player incontornável no setor mineiro.
O otimismo da SODIAM não é infundado. Em 2025, Angola já demonstrou a sua capacidade de gerar valor significativo, arrecadando 1,7 mil milhões de dólares com a venda de 17 milhões de quilates. Este volume notável incluiu a produção real de 15 milhões de quilates, complementada por um stock estratégico acumulado em 2024, evidenciando uma gestão perspicaz e uma visão de longo prazo.
Bravo da Rosa, Presidente do Conselho de Administração da SODIAM, tem sido uma voz ativa na defesa do fortalecimento da posição de Angola no mercado global. As suas declarações reiteram o compromisso da empresa em não apenas atingir metas de produção, mas também em consolidar o crescimento sustentável e impulsionar a diversificação económica do país.
Com a recuperação dos preços e o aumento da produção, Angola está bem posicionada para atrair mais investimento estrangeiro, criar empregos e desenvolver infraestruturas. A visão da SODIAM para 2026 não é apenas sobre números; é sobre a construção de um legado de prosperidade e a afirmação de Angola como uma potência diamantífera global.




